Bom dia amigas e amigos mandaleiros!!!
Ah, havia me esquecido de explicar o termo mandaleiros. De uma maneira bem simplória, mandala significa quem somos nós e aqui neste espaço todos serão chamados de mandaleiros, ou seja todos aqueles que buscam a resposta Quem sou eu?
Puta merda, sei que este assunto pode gerar polêmicas mas não poderia deixar de registrar este pensamento por dois motivos. Primeiro por que é um assunto que há tempos fica martelando minha cabeça maluca e segundo por que não poderia deixar de levar em conta o motivo da criação deste blog: registrar meus pensamentos, angústia e frustrações sem me importar com eventuais censuras.
A pergunta que não sai da minha cabeça é: Será que a prostituição é genuína da natureza humana? Bom, pensei muito e acho que sim. Como sou homem, vou tentar justificar o por que acredito nisso embasado em relações que vivi e percebi dentro do contexto masculino mas óbviamente que isto vale também para situações que vocês, mulheres, vivem dentro de seu universo.
Consultanto o nosso amigo Aurélio, prostituição é toda atividade que visa ganhar dinheiro com a cobrança por atos sexuais, uma vida devassa, desregrada; libertinagem. Resumindo: a mulher dá e o cara paga ou vice-versa!
Não serei hipócrita aqui e dizer, como a maioria dos homens dizem, que já foram a puteiros mas só para conhecer. Balela! Todo homem vai a puteiro e pelo menos uma vez na vida já comeu uma puta! Aqui me permito um pequeno parêntese - não fiquem enfurecidas se descubrirem que seus namorados frequentam este tipo de estabelecimento. Pois a nossa frequência nestes estabelecimentos não tem nada a ver com amor...é business!!!
Mas voltando, acho que toda mulher direta ou indiretamente cobra por seus serviços sexuais. Quer ver só! Se você quer comer aquela mina que você deseja, certamente você terá que levá-la para sair, terá que pagar um belo de um aperitivo, terá que pagar um jantar, terá que pagar um bom vinho Malbec, terá que comprar um agradinho de vez em quando. Alguns podem chamar isso de gerar um clima, mas na minha opinião é prostituição indireta. Quantas vezes não ouvimos as mulheres querendo casar com um cara de família boa. Meus inocentes amigos, família boa no vocabulário feminino é sinônimo de cara rico. Isso pra mim também é prostiuição indireta. Quantas vezes não vemos em empresas mulheres mantendo relações extra-conjugais em troca de benefícios ou de um cargo melhor. Vocês podem dizer que isso é a mulher conquistando seu espaço nas organizações, pra mim é prostituição indireta. Jovem, se uma mulher hoje mora na casa dos pais dela e come arroz, feijão, bife e sagú de sobremesa ela só vai sair de lá para morar com você se for para comer risoto de tomate seco com fungui, medalhão de filét de vitela ao molho madeira e profiterólis de sobremesa. Nem preciso dizer o que acho que isso é...
Nunca fui um cara de destaque mas sempre tive meu espaço dentro do universo feminino. Nunca fui de família rica mas sempre batalhei muito por tudo que tenho na minha vida mas sempre fico aqui me perguntando. Será que todas as mulheres que deram para mim teriam me dado se eu fosse um pedreiro, andasse a pé e no primeiro encontro tivesse as levado no Grupo Sérgio?
Acho que não...
Então caros amigos, escrevi um monte de coisa apenas para dizer que hoje, no meu ponto de vista, a sociedade nos imprime uma necessidade tremenda em TERMOS muito mais do que SERMOS e, consequentemente, isso faz com que as pessoas se sujeitem cada vez mais a esses tipos de situação. Sendo assim, a pergunta que você tem que responder para você mesmo é:
Qual é o seu preço?
sábado, 31 de março de 2007
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